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 Um território
de perguntas,
vínculos
e reinvenção.

Em 2014, a dançarina e pesquisadora Juliana Freire, forrozeira há mais de 25 anos, idealizou o projeto Terceira Categoria, que já trazia uma proposta feminista, anticolonial e anticapitalista no universo do forró. Em 2018 o projeto passa a se chamar Forró das Bonita.

 

A ideia era simples porém revolucionária: criar práticas artístico-pedagógicas que fossem também espaços de reflexão, transformação e protagonismo para quem sempre foi margem.

 

Em um cenário forrozeiro ainda profundamente atravessado por narrativas machistas, a iniciativa sempre buscou tensionar estruturas consolidadas e deslocar centralidades, abrindo espaço para corpos dissidentes, vozes femininas, pessoas LGBTQIAPN+ e todas as identidades que desejam dançar de forma livre, segura e respeitada.

 

Após uma década de caminhada, a dançarina concebeu o espaço a Escola das Bonita: um espaço de acolhimento, estudo, arte e movimento. Neste espaço, afirma a dança como prática política, pedagógica e coletiva.

Seguimos acreditando que ensinar forró também é transformar a forma como nos relacionamos. Por isso, fazemos da dança um espaço de aprendizagem, encontro e reflexão, onde tradição e inovação caminham juntas.

+de 10 anos
de história
pesquisando
forró 

Pesquisamos o forró como linguagem, cultura e ferramenta de transformação social, construindo uma pedagogia que une tradição, excelência técnica e pensamento crítico.

Desenvolvemos uma metodologia própria, a Dialogação, que incentiva autonomia, escuta, criatividade e construção coletiva, formando pessoas capazes de dançar com qualquer parceria, respeitando as singularidades de cada encontro.

Ao longo dessa trajetória: realizamos quatro espetáculos, desenvolvemos formações para professores, promovemos vivências e palestras, produzimos pesquisas e compartilhamos nossa metodologia com centenas de pessoas dentro e fora do Brasil.

 

Nossa Formação Crítica para Professores de Forró já reuniu mais de uma centena de participantes interessados em repensar o ensino da dança a partir de perspectivas mais inclusivas, críticas e democráticas.​

Nossa Equipe

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Juliana Freire

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Idealizadora e professora

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CameronMax

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Professor

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Clara Wanderley

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Professora

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Fernanda Conde

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Professora

Olá, eu sou

Juliana Freire

e boto o forró

pra balançar

Dançarina, professora, pesquisadora e idealizadora da Escola das Bonita, desenvolve um trabalho político que propõe transformar a dança por meio de práticas rebeldes, feministas, anticapitalistas e anticoloniais. Cresceu em São Paulo, no seio de uma família nordestina, e vivencia o forró há mais de 20 anos.

 

Estuda dança desde 2005 e, em 2014, idealizou o Forró das Bonita (antigo Terceira Categoria) como um espaço de criação, ensino, pesquisa e difusão do forró e das culturas populares. É Mestre em Dança pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), com bolsa CAPES, e Bacharel em Comunicação das Artes do Corpo pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), como bolsista PROUNI.

Atua como facilitadora de dança há mais de 12 anos, ministrando aulas, cursos, palestras e formações em diferentes estados brasileiros, como São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia. Seu trabalho também já circulou internacionalmente, passando por França, Suíça, Alemanha, Espanha, Portugal e Bélgica.

Como artista da cena, atua desde 2012. Dirigiu os quatro espetáculos do projeto Forró das Bonita: Tentação de Ser Muito Feliz (2016), Xote com A (2019), Passarinhos (2021) e Forrobodó (2022). Em todas as criações, o coletivo dança, toca e canta, propondo uma experiência cênica que aproxima música, dança e cultura popular. Também participou de videodanças e desfiles de moda.

Como produtora cultural, foi uma das idealizadoras do Encontro Paulista de Locking – Sou Locker, primeiro evento brasileiro dedicado exclusivamente ao estudo e à difusão da dança Locking, atuando na produção entre 2012 e 2015. Em 2017 e 2018 integrou a produção do Viva Cuba – Encontro de Dança Afro-Cubana, voltado à divulgação das danças folclóricas e populares cubanas.

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